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O resultado de minha análise apresentou coliformes totais. O que eu faço?

Os resultados de análises de água para consumo humano, em geral, apresentam ensaios físico-químicos e ensaios bacteriológicos. Os ensaios bacteriológicos mais comuns são as pesquisas de bactérias heterotróficas e as pesquisas de coliformes (totais e termotolerantes). Se a análise de coliformes totais de sua amostra apresentou um resultado fora do estabelecido pela Portaria 2914, Ministério da Saúde, é importante você saber o seguinte:

Os coliformes totais causam doenças?

Dentre as bactérias do grupo dos coliformes totais pesquisadas em água para consumo humano não estão espécies com ação patogênica. Mesmo não tendo ação patogênica, a Portaria 2914 estabelece que a simples presença de bactérias desse grupo em água destinada ao consumo humano descartam a água com NÃO POTÁVEL.

O ponto de onde a amostra foi colhida deve ser interditado?

Do ponto de vista da norma que estabelece os padrões de potabilidade de água para consumo humano (Portaria 2914, MS), nenhuma água deve ser consumida sem que atenda a esses referidos padrões. Na eventual ocorrência de quaisquer concentrações de coliformes totais, o ponto de consumo deve ser interditado e devem ser adotadas as medidas de higienização e desinfecção do mesmo. Em seguida, uma nova análise deve ser realizada para que se tenha a certeza de que os procedimentos surtiram os efeitos desejados. É sempre importante saber se a contaminação veio da água, do ponto de amostragem (bebedouro, torneira) ou do próprio procedimento de coleta da amostra.

Qual a importância dos resultados referentes coliformes totais?

O crescimento dessas bactérias na água destinada ao consumo humano leva a crer que a água teve contato com matéria orgânica em decomposição. Os coliformes totais são um dos inúmeros grupos de bactérias que podem estar presentes na água quando a mesma teve esse contato. Portanto, a presença dos mesmos é indicativo de que pode haver outros grupos que não foram analisados e, portanto, a água deve passar por procedimento de desinfecção com cloro.

Devo pesquisar outras bactérias quando se houver coliformes totais na minha água?

Do ponto de vista de potabilidade (água própria para o consumo humano), a presença de coliformes totais descarta a água com não potável dispensando outras análises de outras bactérias. A menos que se queira determinar a origem da contaminação, a análise dos coliformes termotolerantes (erradamente chamados de coliformes fecais) pode ser útil. A presença de coliformes termotolerantes (E. coli) não deixa dúvidas sobre a origem fecal da contaminação, muito comum em águas pela ação de dejetos animais e esgoto.

Rogério Felisoni

Rogério Felisoni

Rogério Felisoni, engenheiro químico com especialização em engenharia sanitária, diretor técnico da COHESP – Controle Hídrico de São Paulo e membro da American Chemical Society, autor de inúmeras publicações sobre qualidade e tratamento de água, atuando como consultor e relator em dezenas de milhares de laudos de análises e pareceres técnicos em todo o Brasil. Ministra cursos e palestras na área de tratamento e monitoramento de qualidade de água para todos os segmentos da economia, em especial toda a rede hospitalar pública e privada.
Rogério Felisoni

    Gabriela Gobbo | 30 de julho de 2015 | Reply

    Boa tarde, Rogério! Qual o procedimento correto para desinfecção do ponto de consumo? Quando se tratar de uma torneira de refeitório, o que podemos usar para higienizar de forma efetiva?
    Se quiser instalar uma bomba dosadora de cloro (água da concessionária, mas com nível baixo de cloro) é melhor instalar depois do reservatório de água?
    Obrigada pelas matérias, a informação está organizada de maneira simples e de fácil compreensão!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de agosto de 2015 | Reply

      Boa tarde Gabriela Gobbo gobbo_gv@yahoo.com.br

      Recomendamos a solução de hipoclorito de sódio líquido a 2,5 % para desinfecção dos pontos de consumo e que pode ser aplicado com o uso de toalha descartável ou papel toalha, tomando-se o cuidado necessário com o manejo do produto e que se encontra facilmente em supermercados e drogarias.
      Hoje tem sido muito frequente as pessoas optarem pela instalação de dispositivos de cloração suplementar, em razão de receberam água da concessionária com baixa ou nenhuma concentração de cloro residual livre. Nesse caso, recomendamos sempre a cloração antes do reservatórios partindo do pressuposto de jamais armazenar água em reservatórios sem a devida cloração (entre 1.0 a 2.0 mg/L).
      Para maiores informações sobre como clorar a água destinada ao consumo humano, recomendamos acessar o conteúdo dos links abaixo:

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      Obrigado por sua participação

    JULIANA CERAZI | 3 de setembro de 2015 | Reply

    Boa noite! Na minha residencia possui uma mina, eu utilizo a agua para cozinha, bebo as vezes pq gosto do sabor, mas para beber mesmo utilizo agua mineral de galão.Há uns 10 anos atras, essa agua foi analizada, pois ela escorria em um cano na rua, onde as pessoas bebiam, deu contaminação de coliformes termotolerantes. antigamente havia uma fossa na redondeza da nascente. A moça que mora aqui perto só bebe dessa agua, faz uns oito anos e nunca fez mal, comprei um purificador de agua da colormarq sera que posso ligar nessa agua?? se ingerir essa agua que mal pode me causar? tenho uma filha de 4 anos que iria beber também.
    A análise de agua é muito cara, não tenho como pagar.
    Muito obrigada!!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de setembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Juliana,

      Causou-nos alguma preocupação quando você diz que “gosta do sabor” da água da mina existente em sua casa. Por princípio, a água para ser considerada potável deve ser inodora (sem cheiro), incolor (sem cor) e insípida (sem sabor). Imagino que você esteja se referindo a alguma sensação de “leveza” que sua água pode ter. É isso ? Em geral, essa sensação está associada a valores de pH mais baixos, mas que em nada interferem sobre a qualidade da mesma. O maior problema a que você se refere em seu comentário é a presença de coliformes termotolerantes (antigamente chamados, erroneamente, de coliformes fecais). A presença desses microorganismos descarta a água como não-potável em razão da potencial patogenicidade dos coliformes termotolerantes. Além disso, a presença desse grupo de bactérias é forte indicativo de que a água teve contato com matéria fecal (esgoto). O fato de que “nunca fez mal” não deve animá-lo a consumir dessa água pois a presença de coliformes termotolerantes na água representa sério risco à saúde humana. Desconhecemos o “purificador” a que você se refere mas a eliminação de bactérias em água não se consegue com esse tipo de equipamento e, sim, com adição de cloro. Após a adição de cloro e consequente eliminação das bactérias você pode se utilizar de um purificador, caso queira remover o cloro residual presente, bem como reduzir a concentração dos demais solutos eventualmente presentes na água. De toda forma, se seu problema é a presença de bactérias (de qualquer grupo), nossa recomendação é que se utilize de 2 gotas de hipoclorito a 2,5 % para cada litro de água. Os “purificadores” domésticos não têm ação suficiente sobre a eliminação de bactérias, embora alguns se vendam com essa característica.

      Obrigado por sua participação

    José Arnaldo Marques de Souza | 4 de outubro de 2015 | Reply

    Bom Dia, fiz um poço agora poco, e fez a analise da agua, o ph. foi muito bom quase mineral, coliformes fecais foi zero. mais a taxa do coliformes totais foi alta, segundo foi informado que era das raizes de planta, o mesmo informou que nao seria bom para beber, e teria como resolver se colocasse uma colher de agua sanitaria em uma caixa de 1000 litros, que resolvia o problema e que podia beber desta agua, por favar gostariade saber a opiniao do senhor sobre o que fazer para esta agua se tornar boa para uso humano. obrigado.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde, José Arnaldo Marques de Souza j-arnaldo@hotmail.com

      A presença de coliformes (totais ou termotolerantes) em água torna a mesma imprópria para o consumo humano, exigindo sua desinfecção com cloro. Os coliformes não são originados de raízes de plantas. São bactérias gram negativas que habitam os intestinos dos animais de sangue “quente”. Dessa forma, a presença de coliformes em água deve suscitar a preocupação de que a mesma tenha tido contato com esgoto sanitário. Tecnicamente, recomendamos que a cloração de poços seja feita de forma continua e automatizada. Isso porque a adição de cloro diretamente no poço (ou no reservatório) torna o processo muito difícil de controlar. Para mais informações a respeito, recomendamos acessar os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

        Anderson Heleno | 27 de janeiro de 2017 | Reply

        Desculpe, eu não entendi esta explicação. Vc quer dizer então que tanto os coliformes totais quanto os coliformes termotolerantes tem origem no intestino de animais de sangue quente? E a decomposição de matéria orgânica que é o caso das raízes não poderia ser uma fonte de coliformes totais? Obrigado!

          admin | 16 de fevereiro de 2017 | Reply

          Boa noite Anderson,

          Não dissemos que os coliforme “tem origem”nos intestinos de animais de sangue quente, mas que habitam esse meio. Isso significa que, para efeito de análise de contaminação bacteriológica da água, a presença dos coliformes nos remete a uma potencial contaminacão por esgoto que poderia trazer a contaminação de outros micoorganismos que sequer estariam sendo analisados. Por essa razão os coliformes são utilizados como indicadores de sanidade bacteriológica de água para consumo. Coliformes totais podem sim estar associados à decomposicão de matéria orgânica, sem necessariamente estarem relacionados com esgoto. Em quaisquer dos casos a água é considerada imprópria ao consumo humano.

          Obrigado por sua participação

    Humberto Michaltchuk | 7 de outubro de 2015 | Reply

    Olá Eng. Rogério. Grato pelo conteúdo do post. Estou adquirindo um dosador de cloro para desinfecção de coliformes totais de uma fonte na cidade de Curitiba conforme orientações.
    Pergunta:
    Nesse processo de cloração existe algum risco de termos compostos indesejados como Organoclorados?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde, Humberto Michaltchuk pratagelatina@gmail.com

      Sua dúvida é muito relevante. De maneira geral, a adição de cloro na água (como desinfetante) deverá formar o que chamamos de “compostos intermediários de desinfecção” caso a água tenha resíduos orgânicos nitrogenados (formação de cloraminas) e/ou matéria orgânica em decomposição (formação de trihalometanos). Essas substâncias precursoras das cloraminas e/ou dos triahalometanos são comuns em águas que tenham contato com despejos sanitários. Compostos organoclorados não fazem parte do processo de formação dos compostos intermediários da desinfecção sendo originados, em geral, da contaminação por pesticidas e agrotóxicos. Para identificar a presença desses compostos, apenas uma análise laboratorial pode fazê-lo.

      Obrigado por sua participação.

    MARCOS ANTONIO SANTOS | 8 de outubro de 2015 | Reply

    boa tarde rogerio,
    tenho um poço em minha casa , mandei analisar a agua
    e deu positivo para coliforme fecais e totais,
    eu uso esta agua em um recipiente de 20 litros,
    tem como eu adicionar agua sanitaria (cloro), se tiver
    eu uso quantos gotas no tambor de 20 litros de agua

    obrigado marcos

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde MARCOS ANTONIO SANTOS mbafo@hotmail.com

      Em princípio a desinfecção da água para eliminação de coliformes (tanto totais como termotolerantes) pode e deve ser feita com a adição de cloro. Para um volume de 20 litros, 40 gotas de hipoclorito a 2,5 % deveriam ser suficientes. Entretanto e em favor de sua segurança, recomendamos que a cloração seja direcionada a todo o poço, através de clorador automático (com uso de hipoclorito líquido ou pastilhas).

      Obrigado por sua participação.

    MARCOS ANTONIO SANTOS | 8 de outubro de 2015 | Reply

    rogerio, nao tenho como tratar o poço, pois o poço é de 12 metros, eu coloquei um tubo 250 mm, de 12 metros, furado embaixo para entrar agua, em seguida aterrei todo o poço com pedra brita, e coloquei uma bomba no tubo, a bomba manda agua para um registro onde eu encho o tambor de 20 litros, o tubo esta lacrado com concreto, só tenho contato com agua no registro de saida, que vem por debaixo da calçada por tubo pvc 3/4, a unica maneira é eu tratar os 20 litros de cada vez que enche-lo de agua

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de outubro de 2015 | Reply

      MARCOS ANTONIO SANTOS mbafo@hotmail.com

      A cloração da água de poços não deve ser feita adicionando cloro diretamente no poço mas, sim, de maneira automatizada na água que é retirada do poço através da bomba. Para melhor entendimento do assunto, peço que acesse os conteúdos dos links abaixo.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

    Antônio | 12 de outubro de 2015 | Reply

    Boa noite Rogério. Tenho um poço com uma fundura de 30MT feito com tubos de 100 PN 80 e com uma bomba de 2 cavalos mandando a água para uma caixa de 2.000 LT. Quando foi feito a análise da água, a mesma apresentou coriformes fecais. Existe um sistema de filtro para tratar essa água? Como devo tratar? Um abraço

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 20 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde Antonio,

      Para eliminação de bactérias em água, recomendamos os processos de desinfecção e não de filtração. Para melhor esclarecâ-lo sobre esse assunto, peço que leia os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Maria | 20 de outubro de 2015 | Reply

    Estou com muitas dúvidas, realizamos a coleta de água proveniente de posto artesiano, a coleta foi feita na torneira do setor de produção e seus resultados deram assim: determinação de coliformes totais em / 100ml houve presença, contagem de microrganismos mesofilos aeróbico e facultativos deram 4,8 x 10 e Escherichia coli deu resultado ausente, então se deu ausente a minha água está ou não contaminada? Preciso muito do seu retorno.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 20 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde Maria maria22@yahoo.com.br

      Os coliformes totais estão presentes e isso já significa água imprópria para o consumo humano, exigindo desinfecção com cloro. Os coliformes termotolerantes, cujo representante na água é normalmente a E. coli podem estar ausentes pois não se trata do mesmo microorganismo. Coliformes Totais são um grupo dentro do qual estão os coliformes termotolerantes e a E. coli mas não necessariamente aparecem juntos. É muito comum a ocorrência de coliformes totais sem a presença de E. coli. Mesmo assim, a água precisa receber desinfecção com cloro para adequar-se ao consumo humano.

      Obrigado por sua participação

    Maria | 21 de outubro de 2015 | Reply

    Obrigada pelo retorno, me ajudou bastante.

    Nelson Soares | 23 de outubro de 2015 | Reply

    Olá, meu nome é Nelson e minhas perguntas são :

    1° A caixa d´agua deve ser mantida fora dos raios do sol ? pois a minha no verão fica o dia todo exposta ao sol
    e água vem muito quente, isso causa algum mal a agua?
    2° Meu poço é semi artesiano 34 metros de profundidade .Quais os principais tipos de analises que devo fazer para
    saber a qualidade da agua do meu poço?
    3° Uso apenas filtro para o consumo da agua do poço ,há períodos que da um mal estar no estômago, será que
    é devido a água ?
    4° As vezes vem um limo na tubulação , o que devo fazer?
    5° Minha caixa d´água e de 1000 litros, como devo saber a dosagem ou quantidade certa de cloro para a mesma . Grato e parabéns pelo site.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 26 de outubro de 2015 | Reply

      Bom dia Nelson,

      Respondendo às suas perguntas :

      1° A caixa d´agua deve ser mantida fora dos raios do sol ? pois a minha no verão fica o dia todo exposta ao sol
      e água vem muito quente, isso causa algum mal a agua?

      Os reservatórios de água devem ser mantidos fora do alcance dos raios solares não apenas para conveniência do usuário como também para evitar a proliferação de organismos favorecida pela elevação de temperatura;

      2° Meu poço é semi artesiano 34 metros de profundidade .Quais os principais tipos de analises que devo fazer para
      saber a qualidade da agua do meu poço?
      Para sua segurança, você deve realizar mensalmente uma análise de potabilidade. Ocorre que, poços perfurados na profundidade do seu estão sujeitos a infiltrações e sazonalidade, exigindo um controle mensal físico-químico e bacteriológico da água. Isso pode ser conseguido com a análise de potabilidade e você pode solicitá-la utilizando nosso kit Aquapack acessando o link http://www.cohesp.com.br/analisedeagua

      3° Uso apenas filtro para o consumo da agua do poço ,há períodos que da um mal estar no estômago, será que
      é devido a água ?
      Os filtros não são equipamentos indicados para garantia da qualidade microbiológica da água de poços que deve ser sua maior preocupação. Para garantir que sua água está livre de bactérias, você deve mantê-la permanentemente clorada. Para resolver esse problema, sugerimos nosso protocolo de Desinfecção Inteligente de acordo com o link abaixo:

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      4° As vezes vem um limo na tubulação , o que devo fazer?

      A ocorrência dessa característica que você chama de “limbo” é devida a ausência de cloro na água. Esse “limbo” é resultante de bactérias e algas que se desenvolveram na água e que morreram, aderindo às paredes da tubulação e dos reservatórios. Algas e bactérias ocorrem naturalmente em água de poços e devem ser eliminadas com a devida cloração.

      5° Minha caixa d´água e de 1000 litros, como devo saber a dosagem ou quantidade certa de cloro para a mesma .

      Nunca recomendamos a cloração diretamente no poço ou diretamente na caixa pois o controle sobre esses volumes é praticamente impossível. O correto é fazer-se a cloração através de dispositivos automáticos, como descrito no link que recomendamos acima.

      Obrigado por sua participação

    vagner | 1 de novembro de 2015 | Reply

    Bom dia Rogério,

    Fiz a análise da água de minha mina e apresentou somente coliformes totais, os demais deu ausente. Se eu fervo essa água eu mato essas bactérias ? Tem alguma coisa que possa fazer no entorno da mina para diminuir ou extinguir essa contaminação ? O filtro de talha de barro filtra essas bactérias ? Muito obrigado pela ajuda.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de novembro de 2015 | Reply

      Bom dia Vagner vagner.interativa@gmail.com

      Para mais informações a respeito de ocorrência de bactérias em água, peço que leia o conteúdo dos linka abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      Para maiores esclarecimentos, não hesite em contatar-nos.

      Obrigado por sua participaçãonn1

    Luiz Silvestre | 10 de novembro de 2015 | Reply

    Sr. Rogério, gostaria de saber se uma água contendo um residual de cloro livre, tem possibilidade de possuir coliformes fecais ou bactérias heterotróficas mesmo sendo em uma contagem baixa…

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de novembro de 2015 | Reply

      Bom dia Luis,

      Reproduzimos aqui as informações que lhe encaminhamos através de nosso chat on line:

      Bom dia. Do ponto de vista estritamente teórico, seria possível imaginar alguma colônia dessas bactérias que por qualquer razão estivessem “protegidas” da ação do cloro e não fossem atingidas por sua ação desinfetante e oxidante. Do ponto de vista prático, essa situação é extremamente improvável. Sendo assim, trabalhamos com o cenário de que, na presença de cloro residual livre em qualquer concentração, esses microorganismos não são viáveis e, portanto, não se desenvolvem

      Uma outra situação a se considerar são os tempos de medição do cloro e o tempo de incubação da amostra para análise microbiológica. Imagine, por exemplo, uma água contaminada em que se adiciona cloro. No momento da adição, as bactérias ainda estarão viáveis, sendo oxidadas de acordo com o tempo de detenção do cloro (ideal 2 horas). Antes desse período, é possível encontrar algum residual de cloro e bactérias ainda viáveis.

      Obrigado por sua participação

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de novembro de 2015 | Reply

      Bom dia. Do ponto de vista estritamente teórico, seria possível imaginar alguma colônia dessas bactérias que por qualquer razão estivessem “protegidas” da ação do cloro e não fossem atingidas por sua ação desinfetante e oxidante. Do ponto de vista prático, essa situação é extremamente improvável. Sendo assim, trabalhamos com o cenário de que, na presença de cloro residual livre em qualquer concentração, esses microorganismos não são viáveis e, portanto, não se desenvolvem

      Uma outra situação a se considerar são os tempos de medição do cloro e o tempo de incubação da amostra para análise microbiológica. Imagine, por exemplo, uma água contaminada em que se adiciona cloro. No momento da adição, as bactérias ainda estarão viáveis, sendo oxidadas de acordo com o tempo de detenção do cloro (ideal 2 horas). Antes desse período, é possivel encontrar algum residual de cloro e bactérias ainda viáveis.

      Obrigado por sua participação

    PAULO | 12 de novembro de 2015 | Reply

    Boa tarde , Rogério!

    Preciso de algumas orientações , eu tenho uma empresa com poço artesiano parado , pois estou com ideia de utilizar a água do poço artesiano para o consumo humano e fechar o registro que tenho da agencia de água do Estado , porem estou com duvida , que apos eu fazer a análise de coliformes de água do poço e for confirma que é útil para consumo eu poso em seguida passar o meu sistema de distribuição todo para o poço artesiano? ou se caso eu fizer isso poso ter problemas com ministério da saúde?pois a água sera também consumida pelos funcionários.nn1

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 12 de novembro de 2015 | Reply

      Boa tarde PAULO paulinhodp2@gmail.como,

      Vamos por partes :

      1) A Portaria 2914 regula o uso de “soluções alternativas de abastecimento” tais como poços, minas, nascentes, etc em todo o território nacional e não há impedimentos para esse uso, desde que se atendam às exigências dessa regulamentação:

      2) O fato da análise da água eventualmente demonstrar alguma não-conformidade após a análise não inviabiliza o uso do poço, desde que o devido tratamento da água consiga trazê-la aos padrões de potabilidade estabelecidos em lei (Port.2914, MS). Sendo assim, todos podem utilizar poços como soluções alternativas de abastecimento, desde que atendam a dois requisitos básicos : a) obtenção da outorga do poço, que significa a licença para uso do subsolo, concedida pelo DAEE (em SP) ou órgão equivalente em outros estados; b) adequação da qualidade da água aos padrões de potabilidade estabelecidos pela Port. 2914;

      3) O mais importante a se fazer como um primeiro passo é verificar se o poço produz vazão de água compatível com suas necessidades pois, do contrário, não resolveria seus problemas, ainda que a água fosse boa para consumo humano. Em seguida, é fundamental que realize uma análise preliminar de potabilidade para ter uma primeira avaliação do perfil físico-químico da água. Você deve considerar que, se realmente for utilizar a água desse poço para consumo humano, estará obrigado a monitorá-lo por análises mensalmente. Para conhecer os custos desse processo bem como da outorga, favor enviar um email para comercial@cohesp.com.br . Nossos laboratórios poderão realizar todas as análises necessárias, bem como acompanhá-lo durante o processo de pedido de outorga, caso pretenda fazê-lo.

      4) Finalmente, peço que leia as informações abaixo destinadas aos usuários de poços e demais sistemas alternativos de abastecimento:

      QUALIDADE DE ÁGUA PARA USUÁRIOS DE POÇOS PORTARIA 2914 E RESOLUÇÃO SS 65 (ANVISA)
      Informação importante

      A Portaria 2914 (Min. Saúde) e a Resolução SS 65 (ANVISA) determinam alguns controles específicos para monitoramento de qualidade de água para consumo humano em locais que se utilizam de soluções alternativos de abastecimento (como poços, minas, nascentes, caminhões-pipa, etc). De acordo com tais exigências, os responsáveis por soluções alternativas de abastecimento devem providenciar:

      1) O cadastro do poço ou solução alternativa de abastecimento de água para consumo humano (anexo 1, Res SS 65);
      2) O Plano de Amostragem da referida solução (anexo 2, Res. SS 65);
      3) As análises semestrais da Portaria 2914 completa (anexo 3, Res. SS 65);
      4) Relatórios mensais de monitoramento da qualidade da água oferecida pelo sistema, com base nos dados do Plano de Amostragem

      Para os clientes usuários de nossos serviços laboratoriais e com o objetivo de auxiliá-los na adequação à legislação, oferecemos os seguintes serviços, gratuitamente:

      1) Visita técnica para levantamento de Inventário Hidráulico. Neste procedimento, serão feitas a relação e classificação de todos os pontos de provimento, reservação e consumo/distribuição de água destinada ao consumo humano. Todos os pontos serão inventariados e identificados em campo, com etiquetas com QR-codes para posterior amostragem, caso necessário.
      2) Mapeamento e Plano de Amostragem
      3) Preenchimento dos anexos 1 e 4 da Resolução SS 65 para protocolo junto à COVISA (obrigatório)

      Como resultado do seu Plano de Amostragem, algumas análises com suas respectivas periodicidades serão sugeridas para o monitoramento de seu sistema alternativo de abastecimento (poço). Caso sua empresa opte por realizar essas análises nos laboratórios da COHESP, será encaminhada uma proposta de orçamento para a realização de tais serviços (análises) e este será seu único custo no processo.

      AGENDE GRATUITAMENTE A VISITA DE NOSSO TÉCNICO PARA REALIZAÇÃO DE SEU PLANO DE AMOSTRAGEM

      Obrigado por sua participação

      PAULO | 16 de novembro de 2015 | Reply

      Bom dia!

      Rogério , muito obrigado pelas informações , entrei em contato com a vigilância sanitária da cidade, onde eu tenho a empresa Sede, que fica em Divinópolis MG , e me informaram que existe um item na resolução 2914, que impede o consumo humano de poços artesiano ou de vias alternativas quando ha rede publica de fácil acesso no local , procurei na resolução 2914 e não encontrei este item que me disseram , na sua opinião acha viável continuar com essa tentativa ?

    Barbara | 23 de novembro de 2015 | Reply

    Boa tarde!!!
    Por favor você ´poderia me orientar pois tenho um poço onde fiz a analise e os resultados com alteração foram:
    Bactérias Heterotróficas (ac) > 5.700
    Coliforme totais (ac) – presentes.
    Escherichia coli (ac ) – presentes
    Nitrogênio Nitrato – 9,9
    Nitrogênio Amoniacal – 1,8
    Estou preocupada com os resultados pois paguei caro a perfuração e acho que não poderei usar mas
    será que existe algum tipo de tratamento ?? pois pretendo estocar a água em uma caixa de 1.000 l, para usar pelo menos na lavagem de quintal, jardim, carro, será que isso é possível???
    Att.
    Barbara

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 23 de novembro de 2015 | Reply

      Boa trade Bárbara,

      A ocorrência dos níveis aumentados de nitrogênio muito provavelmente deve-se a matéria orgânica em decomposição. No primeiro momento, essa não precisa ser sua maior preocupação. A ocorrência mais preocupante, mas que tem solução relativamente simples, são as bactérias heterotróficas e os coliformes. Para eliminar esse problema, deixando sua água bacteriologicamente potável, você deve realizar uma desinfecção e o agente desinfetante mundialmente utilizado para esse fim é o cloro. Para que você saiba mais sobre esses procedimentos e sobre realizar a desinfecção com cloro, recomendo que acesse os links abaixo:

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Vanessa Barauna | 30 de novembro de 2015 | Reply

    Bom dia, eu sou Vanessa, aluna do primeiro semestre de Engenharia Sanitária e Ambiental da UFRB, e juntamente com alguns colegas de classe estamos desenvolvendo um projeto que visa criar um protótipo de um filtro para tratamento caseiro de água contaminada por poços artesianos, voltado para a população carente da cidade de Cruz das Almas. Gostaríamos de algumas orientações. Para mais detalhes fica disponível o meu e-mail
    Desde já agradecemos.
    vanessabarauna1@gmail.com

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Vanessa,

      Temos o máximo prazer em colaborar com seu trabalho. Para tanto, envie-nos o escopo do mesmo bem como suas necessidades. A COHESP disponibiliza gratuitamente sua equipe técnica e seus laboratórios para estudantes em todo o Brasil.

      Obrigado por sua participação e aguardamos seu retorno.

    Adrielli | 2 de dezembro de 2015 | Reply

    Bom dia, quando temos os resultados da amostra da água = coliformes totais,você comentou em tratamento com cloro. Como fazer esse tratamento?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Adrielli,

      Para ter todas as informações sobre como resolver os problemas bacteriológicos de sua água, peço que acesse os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Para receber uma proposta comercial para implantar o protocolo de Desinfecção Inteligente da Cohesp, envie para comercial@cohesp.com.br o volume médio mensal de água do poço a ser tratada bem como o volume aproximado do reservatório que armazenará a água tratada (clorada).

      Obrigado por sua participação

    marcelo andrade | 9 de dezembro de 2015 | Reply

    Bom dia,
    Furei um posso de 220 metros recentemente e tive um investimento alto.
    Fiz o ensaio ms 2914 e deu cloriformes totais presente, todo o resto estava bom.
    Pode ser que eu não tenha deixado tempo suficiente ligado o poço para limpeza ou
    a mangueira esteja contaminada?
    Antes de interditar seria melhor uma contra prova e deixar ligado para uma melhor limpeza?
    A alguma solução para isso ,pois vou transportar em caminhão pipa.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Marcelo, tudo bem ?
      Boa tarde Marcelo Andrade,

      Não é razoável que se encontrem coliformes (totais ou termotolerantes) na água do seu poço a 220 metros de profundidade. O que pode estar ocorrendo é uma contaminação da tubulação (em razão do poço ser novo) ou mesmo da amostra, no momento da coleta. Recomendo “lavar” o poço por alguns dias (aproximadamente 1 semana é suficiente) e coletar nova amostra. “Lavar” o poço é o termo que se utiliza quando se permite que o poço se esgote e recarregue algumas vezes. Se o problema não for resolvido dessa forma é possível que você tenha alguma falha no encamisamento do poço com captação de águas de superfície.

      Obrigado por sua participação

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 11 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Marcelo Andrade,

      Não é razoável que se encontrem coliformes (totais ou termotolerantes) na água do seu poço a 220 metros de profundidade. O que pode estar ocorrendo é uma contaminação da tubulação (em razão do poço ser novo) ou mesmo da amostra, no momento da coleta. Recomendo “lavar” o poço por alguns dias (aproximadamente 1 semana é suficiente) e coletar nova amostra. “Lavar” o poço é o termo que se utiliza quando se permite que o poço se esgote e recarregue algumas vezes. Se o problema não for resolvido dessa forma é possível que você tenha alguma falha no encamisamento do poço com captação de águas de superfície.

      Obrigado por sua participação

    Cinthia | 22 de dezembro de 2015 | Reply

    olá.. Boa Tarde.. Gostaria de tirar uma dúvida. Trabalho em uma estação de tratamento de água, onde estas são captadas de poços artesianos e tratadas com Cloro e Fluor, conforme manda a legislação. Ocorre que tem 2 meses que as análises microbiológicas vem dando positivo em alguns pontos de captação, porém de acordo com as mesmas análises, existe a presença de Cloro. minha pergunta é: Se é comprovado a adicção de cloretos na água, pode essa água estar contaminada com E. Colli e Coliformes? Ou seria mais provável que as torneiras onde foram recolhidas essas amostras estivessem contaminadas?? Aguardo sua resposta, pois não consigo entender o que está acontecendo. Muito obrigada e Parabéns pelo seu trabalho. Deus abençoe!!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 22 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Cinthia,

      Embora existam estudos que demonstrem a capacidade de alguns micoorganismos em resistirem à ação do cloro (em água), esse não é o caso da E. coli. Por essa razão é que se utiliza mundialmente a desinfecção com cloro para água destinada ao consumo humano. Assim, não é razoável que se encontre a presença de coliformes (totais ou termotolerantes) em água devidamente clorada (faixa entre 1.0 a 2.5 mg/L de cloro residual livre). Sua hipótese referente às torneiras é possível e muito comum. Outra situação possível é o protocolo de coleta das amostras, onde pode haver contaminação da mesma. De toda forma, em tratamento de água trabalha-se com o cenário de ausência de crescimento bacteriano (coliformes) na presença de cloro residual livre.

      Obrigado por sua participação

    Isac Galvão | 22 de dezembro de 2015 | Reply

    Prezado Rogério,
    Primeiro, parabéns pelo trabalho e esforço em responder as dúvidas dos usuários.
    Minha pergunta:

    Existe no mercado, algum purificador que o Sr. aconselhe, que seja efetivo contra bacterias?

    Tomamos agua mineral de garrafão, mas já não confio na qualidade.
    Moro em Recife, a água que chega da rua, no meu bairro é de boa qualidade, até onde posso dizer, mas o sindico do prédio não se preocupa muito com a limpeza do tanque e da caixa d’agua. E eu tenho razões de sobra para suspeitar que o tanque tem infiltrações do lençol freático(provávelmente contaminado).
    No filtro da máquina de lavar, já vi várias vezes a formação de algas verdes, que reaparecem semanas depois da limpeza do filtro(que é transparente).
    Obrigado por sua atenção.
    Parabéns mais uma vez pelo trabalho!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 13 de janeiro de 2016 | Reply

      Boa tarde Isac,

      Obrigado por sua referência elogiosa ao nosso trabalho. É esse reconhecimento que nos mantém motivados a continuar publicando informação atual, isenta e cientificamente comprovada.

      Não recomendamos marcas de nenhum tipo de equipamento, exatamente para mantermos a isenção de nosso trabalho, especialmente como laboratório de análises e diagnósticos que é nosso ramo principal.
      Sua abordagem é bastante frequente e correta. A concessionária se responsabiliza pela qualidade da água que fornece até o hidrômetro (cavalete). A partir daí a responsabilidade pela qualidade da água é do usuário. Neste cenário, é bastante comum recebermos amostras de água em nossos laboratórios cuja qualidade está bastante comprometida pelas más condições dos reservatórios, filtros ou outros componentes. Infelizmente, a qualidade da água não é facilmente perceptível a olho nu requerendo uma análise para sua verificação. Caso deseje realizar análise de sua água em nosso laboratório, acesse http://www.cohesp.com.br/analisedeagua.

      Obrigado por sua participação

    Carlos | 18 de janeiro de 2016 | Reply

    Prezado Rogerio,

    Bom dia.

    Parabens pela excelente inicitiva de nos ajudar neste assuntos tao complexo e de grande importancia para a nossa saude.

    Possuo um poco artesiano e na analise deu coliformes totais, posso utilizar a agua desse poco para completar a piscina de vinil, sabendo que desinfeto a piscina com hidrosan penta da Hidroall na quantidade indicada pelo fabricante.

    Agradeco a sua ajuda e mais uma vez parabenizo pela bela iniciativa.

    Um forte abraco e uma otima semana.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 28 de janeiro de 2016 | Reply

      Boa tarde Carlos,

      A água destinada ao uso em piscina deve também atender aos padrões de potabilidade pois, ao nadar, o banhista pode ingeri-la. De toda forma, se o único problema de seu poço foi a ocorrência de coliformes totais, a cloração da piscina deverá eliminá-lo. Preste bem atenção para que a piscina esteja SEMPRE clorada na concentração entre 1.5 a 3.0 mg/L de cloro residual livre. Jamais permita que a concentração de cloro chegue a zero pois, certamente, haverá crescimento das bactérias que você de antemão já sabe que existem no poço. Aproveitando, recomendo que leia os conteúdos dos links abaixo pois não é conveniente manter a água de um poço sem a devida cloração, maia ainda se já se conhece seu perfil microbiológico.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      Obrigado por sua participação

    Bruna Thaiana | 26 de janeiro de 2016 | Reply

    Boa noite Sr. Rogério Felisoni, trabalho em uma empresa de peixes ornamentais e meu poço apresentou coliformes fecais. gostaria de saber se tem uma maneira de eliminar ou combater essa bactéria. Porem não posso usar cloro na água pois isso mataria os peixes. o que o senhor me recomenda?

    Desde de já agradecida!!
    Att: Bruna Thaiana

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 28 de janeiro de 2016 | Reply

      Bom dia Bruna,

      A eliminação de bactérias pode ser feita através da adição de cloro com grande eficiência e esse processo se chama desinfecção. O que você deve fazer é remover o cloro após a desinfecção e isso pode ser feito com um filtro de carvão ativado. Contudo, preste atenção porque o elemento de carvão ativado vai se saturando conforme vai removendo o cloro da água que passar por ele. Isso significa que você deve monitorar sempre a água que sai do seu filtro de carvão para saber o momento em que deve regenerar ou substituir o elemento de carvão. Alternativamente você pode inativar o cloro da água com tiossulfato de sódio mas, antes, deverá certificar-se se os peixes que você cria são sensíveis a essa substância.

      Obrigado por sua participação

    Luzitania Santos | 2 de fevereiro de 2016 | Reply

    Boa tarde
    Junto com um vizinhos perfuramos um poço que deu 72 metros, porem ao solicitar a um amigo para fazer a analise da agua deu coliformes,porem ele disse que pela profundidade pode ter sido os canos usados,eu achei muitos sujos e onde foi perfurado o poço não passa próximo nenhuma fossa e também o local tem lençóis freáticos comprovados, gostaria de saber o que posso fazer.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 5 de fevereiro de 2016 | Reply

      Bom dia Luzitania,

      É realmente improvável que você encontre coliformes em poços profundos, a menos de falhas na tubulação que “encamisa” o poço. Mas para opinar sobre seu caso, precisamos saber qual a profundidade do mesmo e se a tubulação está íntegra. O fato dos “canos parecerem sujos” não é propriamente uma evidência que explique a ocorrência dos coliformes. Minha sugestão é “lavar o poço”, isto é, permitir que a água seja esgotada do mesmo por alguns dias (10 a 15 são suficientes) para que se estabaleça o equilíbrio do perfil físico-químico e microbiológico da água do poço. Após esse procedimento, colete novas amostras e determine a presença de coliformes. Só então poderemos sugerir alguma correção, caso necessária. A propósito e de acordo com a POrtaria 2914 do Ministério da Saude, recomendamos sempre a cloração sistemática da água proveniente de poços e destinada ao consumo humano. Para ler mais sobre o assunto, recomendo o conteúdo dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Anderson | 4 de fevereiro de 2016 | Reply

    Olá,
    Estou tratando água de um poço artesiano a qual apresentou residual de cloro de 0,5 mg/l, mas ainda aparecem coliformes totais (em pouca quantidade). Existem coliformes que podem resistir à esse nível de coliformes, como Pseudomonas aeruginosa ou Legionella?
    Obrigado!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 5 de fevereiro de 2016 | Reply

      Bom dia Anderson,

      Pseudomonas e Legionella não são coliformes mas, de toda forma, não deveriam estar presentes em água clorada, assim como os coliformes (totais e termotolerantes) também não crescem nessas condições. Imagino que deva ter acontecido algum erro em alguma dessas medições, ou na determinação da concentração de cloro ou na determinação dos coliformes. Sugiro repetir os testes e garantir a mesma concentração de cloro residual livre em todos os pontos de sua linha. Assim terá ausência de coliformes em suas análises.

      Obrigado por sua participação

    ernani | 15 de março de 2016 | Reply

    fiz análise de uma amostra de água retirada de uma cisterna em meu sítio e apresentou coliformes totais = 2400 nmp/100 ml. o que isso significa?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 14 de junho de 2016 | Reply

      Bom dia Ernani,

      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes).

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      Obrigado por sua participação

    Murilo | 29 de março de 2016 | Reply

    Olá Rogério.
    Gastaria da sua ajuda!!
    Em uma mina de água apresentar contaminação de C. totais e termotolerantes, sendo sua fonte de origem provável de contaminação o solo. Com o que produtor para o solo? e como poderia fazer para tratar esse solo para reduzir essas contaminação de coliformes? Antigamente ouve Criação de gados próximo a mina e nos dias de chuvas fortes apresente a presença de coliformes.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 14 de junho de 2016 | Reply

      Bom dia Murilo,

      Coliformes são um grupo de bactérias que habitam os intestinos dos animais de sangue “quente”. Isso significa que a contaminação de sua água não é o solo, mas provavelmente os dejetos de animais nesse solo. A eliminação de coliformes em água se faz pela adição de cloro. Caso tenha interesse em saber mais sobre esse assunto, acesse os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    JOYCE | 1 de abril de 2016 | Reply

    OLÁ! GOSTARIA DE SABER SE ACHA VIÁVEL FAZER UMA PESQUISA CIENTÍFICA SOBRE A ANÁLISE MICROBIOLÓGICA DE UM RIO COM UM PERÍODO DE 2 MESES PARA ENTREGAR.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 5 de abril de 2016 | Reply

      Boa tarde Joyce,

      Não entendemos sua indagação. Poderia nos esclarecer melhor sobre sua demanda ?

      Aguardo e obrigado por suaparticipação

    Karoline | 6 de abril de 2016 | Reply

    Boa noite Rogério.

    De forma geral, quando uma água possui uma baixa contagem de bactérias heterotróficas, espera-se a ausência de coliformes totais nessa água. Gostaria de saber sua opinião sobre situações diferentes dessa. Por exemplo, uma água com 10 de bactérias e com coliformes totais acima de 80. Como você explicaria uma situação dessas?

    Obrigada

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 14 de junho de 2016 | Reply

      Bom dia Karoline,

      Não existe uma relação direta entre a ocorrência de bactérias heterotróficas e coliformes totais em água. É realmente comum que ambos os grupos ocorram concomitantemente pois, em geral, exprimem uma mesma condição precária sobre a qualidade bacteriológica da água. Contudo, há que se ter cuidado na interpretação dos dados quantitativos das análises desses grupos de bactérias, especialmente tendo em mente a metodologia utilizada para essa quantificação. Uma informação relevante é que, uma vez presentes em água, as bactérias não se distribuem homogeneamente mas, sim, em populações. Explico : se você dissolver um colher de açúcar em um copo de água, qualquer porção de água desse copo estará igualmente doce, pois o açúcar se distribuiu (dissolveu) igualmente por toda a água. As bactérias não fazem isso, ou seja, distribuem-se heterogeneamente na água. Isso significa que, a grosso modo, um reservatório de água que esteja contaminado bacteriologicamente poderá ter regiões com altas concentrações de bactérias, regiões com baixas concentrações e, mesmo, regiões sem concentração alguma. Isso traz um grande problea operacional ao analista de microbiologia de águas que costumamos chamar de “representatividade” das amostras e dá às análises bacteriológicas em água de consumo (basicamente bactérias heterotróficas e coliformes) uma abordagem necessariamente estatística, exigindo várias e continuadas campanhas de amostragens. Ainda, pelos valores que você reporta em sua pergunta, imagino que a técnica utilizada tenha sido a de membranas filtrantes, pelo menos para os coliformes totais. Esse seria um caso bem típico em que a representatividade da amostra estaria em cheque. Finalmente, uma abordagem improvável, mas possível, é o crescimento competitivo entre os diversos grupos de microorganismos eventualmente presentes na amostra o que evidencia a importância relativa do tempo decorrido entre a coleta da amostra e suas respectivas incubações. Digo “importância relativa” pois esses valores importam pouco uma vez que o tratamento para ambos será a desinfecção.

      Obrigado por sua participação.

    Wesley do Nascimento Silva | 20 de abril de 2016 | Reply

    Olá Rogério Felisoni, dei uma lida em alguns comentários populares e sugestões da sua parte sobre coliformes totais presentes na água. Sou técnico em vigilância em saúde e coordenador de Vigilância Sanitária, setor responsável pelo monitoramento da qualidade da água do município onde trabalho. Há quase dois anos apresentei uma monografia sobre qualidade da água do sistema de abastecimento CAERN, soluções alternativas coletivas (caminhão pipa e poço tubular profundo). Voltando ao assunto estou enfrentando o mesmo problema de alguns companheiros e companheiras quanto ao referido assunto. Sem demagogia alguma até o presente momento foi a melhor explicação sobre coliformes totais, aprendi muito lendo seus comentários, grato pela ajuda.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 13 de maio de 2016 | Reply

      Boa tarde Wesley,

      Em meu nome e de toda a nossa equipe, muito obrigado pela referência elogiosa a nosso trabalho. Sua mensagem nos estimula a todos a continuarmos publicando informação isenta e confiável. Disponha sempre de nossa equipe.

      Obrigado por sua participação

    edson martins | 22 de abril de 2016 | Reply

    boa tarde,Rogerio
    Estou captando agua de uma nascente proximo a minha casa.e estou fazendo um filtro lento com tambores de 200 litros ,o processo esta sendo feito da seguinte forma.
    1º capto agua para uma cisterna de 5 mil lts para a decantacao de folhas e no 2ºpasso ela vai para um tambor tambem para decantação,3ºpasso passa por um tambor de pedras grandes(03) e pequenas(01);
    4ºtambor pedras (01)e (0) e finalmente o 5ºtambor com a primeira camada de 15cm carvao vegetal e os outros 45 cm de areia para filtro de piscina.Depois disso estou armazenando essa agua em uma cisterna de 15mil litros e colocando pastilha de cloro
    queria saber a sua opniao ,e se esta faltando algo para que possa melhorar.
    desde ja grato pela atenção

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 13 de maio de 2016 | Reply

      Boa tarde Edson,

      Teria dificuldade em opinar sobre a sequência dos “decantadores” por não ter uma informação sobre o perfil físico-químico de sua água, o que só conseguiria atravpes de uma análise. Caso você já tenha realizado alguma vez, peço que me envie o laudo para que me sinta mais seguro ao avaliar seu tratamento. De toda forma, por tratar-se de uma água bruta (nascente), recomendo que faça a cloração antes de que a mesma passe aos “decantadores”. Isso pode parecer-lhe estranho mas imagino que a água não contenha particulados grosseiros, estou certo ? A intenção de adicionar cloro antes dos “decantadores” (aproximadamente 3,0 ppm) é evitar que os mesmos venham a ser rapidamente colonizados e desenvolvam biofilmes grosseiros em razão da carga orgânica naturalmente presente na água da nascente. Terminado o fluxo de “decantadores” (caso eles seja realmente necessários), você deve avaliar a concentração de cloro residual livre a mantê-la na faixa entre 1,0 e 2,0 ppm.

      Obrigado por sua participação

    Ana Luiza | 13 de maio de 2016 | Reply

    Rogério boa tarde,

    Tenho uma estação de tratamento na minha empresa e na análise o valor de coliformes e escherichia coli deu altíssimo, bem acima do permitido pela legislação.
    Possuímos um dosador de cloro no filtro biológico e na caixa de desinfecção.

    O que devemos fazer? Aumentar a dosagem?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 13 de maio de 2016 | Reply

      Boa tarde Ana Luiza,

      A estratégia para reduzir a população bacteriana (coliformes totais/termotolerantes) é a adição de cloro. Contudo, se sua estação estava operando regularmente com relação a esses parâmetros e agora não está mais, pode ser que a carga orgânica tenha aumentado em demasia. Como decorrência, a demanda de cloro aumenta muito, o que resulta no crescimento bacteriano em geral, em particular, o grupo coliforme que é comumente avaliado pelas análises. Minha sugestão é certificar-se se a carga orgânica de seu despejo está compatível com o dimensionamento de sua ETE. Essa avaliação pode ser feita pelas determinações de DBO, DQO ou mesmo TOC.

      Obrigado por sua participação

    Ana Lídia | 19 de maio de 2016 | Reply

    Bom Dia, Rogério.

    Em minha empresa utilizamos água de poço artesiano, e utilizamos uma bomba dosadora de cloro. Anteriormente seguíamos o RIISPOA onde poderia apontar coliformes termotolerantes e totais, no entanto agora estamos seguindo como padrão a portaria 2.914 onde tem que ter ausência, porém minha água apresenta 1,1nmp/100 ml, Como na anterior já havia apontado o mesmo valor para coliformes termotolerantes e totais (1,10) e meu cloro estava entre 0,2 à 1,0, resolvi aumentar o cloro ficando ele entre 1,5, mas a análise apontou o mesmo valor da anterior, qual atitude devo tomar? Como posso encontrar o problema? É possível reverter essa situação, Obrigada, pela atenção.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de junho de 2016 | Reply

      Boa tarde Ana Lídia, tudo bem ?

      Quando a análise de coliformes totais em água é feita através da técnica dos tubos múltiplos e seus resultados expressos em NMP (número mais provável), o valor 1.1 ou 2.2 significa “ausência”. Por mais incrível que possa parecer, boa parte dos laboratórios desconhecem essa informação e apenas reportam esses valores como se eles representassem alguma concentração de coliformes na água, mas não é essa a leitura que deve ser feita desses resultados. Isso ocorre porque na técnica de tubos múltiplos, a concentração das colônias de coliformes eventualmente presentes é feita através de um trato estatístico dos tubos em que houve crescimento bacteriano e, através de uma fórmula matemática, chega-se ao NMP que definitivamente é reportado nos laudos. O NMP correspondente a ausência de crescimento em todos os tubos utilizados no teste é 1.1 (para série simplificada de 5 tubos) ou 2.2 (ara série de 10 ou 15 tubos). Resumindo, os seus resultados indicam au^sencia de coliformes na amostra analisada, o que já seria de se esperar em virtude da concentração de cloro que você corretamente mantém na água. Nada com que se preocupar.

      Obrigado por sua participação

    Tatieli Simionatto | 5 de junho de 2016 | Reply

    Boa noite Rogério, sou acadêmica de agronomia e estamos fazendo um projeto de irrigação de horta em uma escola que tem uma nascente, porém fizemos a análise da água e a mesma está contaminada com coliformes. Como segunda opção, ao invés de usarmos essa água no projeto de irrigação, pensamos em usá-la para a lavagem de pisos e calçadas, isso seria possível mesmo com a água contaminada?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de junho de 2016 | Reply

      Boa tarde Tatieli,

      É muito frequente que águas superficiais (minas, nascentes, poços rasos) apresentem alguma contaminação por coliformes totais e, mesmo, coliformes termotolerantes. Embora esse tipo de contaminação (bacteriológica) seja a que traz maior repugnância instintivamente às pessoas, ela é também a mais fácil de ser resolvida. Basta que você mantenha um sistema de desinfecção com cloro, garantindo uma concentração de cloro residual livre na água (entre 1.0 a 2.0 ppm) e as bactérias terão sido eliminadas. É exatamente isso que fazemos nas ETA´s (Estações de Tratamento de Água) para deixar bacteriologicamente potável as águas que captamos em mananciais que também apresentam coliformes (aos montes !!! rsrs). Resolvido esse problema, você pode utilizar a água para irrigação ou mesmo para consumo humano. Lembre que estamos nos referindo apenas à contaminação bacteriológica. Uma análise mais detalhada deverá evidenciar ou não eventuais outros problemas possíveis em sua nascente.

      Obrigado por sua participação

    Augusto Zucarato | 4 de julho de 2016 | Reply

    Boa Noite Rogério
    A análise da água da minha ponteira deu as seguintes alterações:
    Alcalinidade Total <1,00 mg/l
    Cloro Residual Livre 0,54 mg/L
    Coliformes Totais <1,0 UFC/100mL
    Escherichia coli <1,0 UFC/100mL
    Deve me preocupar?
    o que devo fazer?
    Devo perfurar em outro local?
    Obrigado e no aguardo!!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 4 de julho de 2016 | Reply

      Bom dia Augusto,

      Pelos parâmetros analisados, trata-se de uma água clorada e, como consequência esperada, sem contaminação bacteriológica. Não conseguimos dizer mais nada além disso, face as informações que nos enviou. O que é “a minha ponteira” ? De qual “perfuração” você está falando ? Peço que me esclareça a respeito para que possa melhor ajudá-lo.

      Obrigado por sua participação

    Gerardo | 4 de julho de 2016 | Reply

    Rogério boa noite,

    Tenho poço de 10 metros na minha residência passei vários anos sem utilizar o mesmo, devido
    a falta d’água na minha região resolvi ativa-lo, efetuei limpeza e mandei fazer análise da agua e apresentou estes resultados. Gostaria de saber se é possível tratar esta agua para banho e uso geral. Queria saber também se mandasse fazer outro poço com profundidade maior com 18mt correria o mesmo problema do anterior?

    Cloretos (mg CI/L) 143,6
    Dureza total 196
    Ferro total 0,05
    Nitratos 11,1
    Nitritos 0,02
    Ph a 25c 5,9
    Sódio 64,5
    Sólidos totais (mg/l ) 353,9
    Sulfatos 5,1
    Coliformes totais (NMP/100ml) 75
    Escherichia coli (NPM/100ml) 3,6
    Contagem de Bactérias Heterotróficas (UFC/ml) 1,2 x 10²

    Atensiosamente: Gerardo

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 28 de julho de 2016 | Reply

      Boa tarde Gerardo,

      Pelos resultados que você apresentou, sua água precisa de um tratamento de desinfecção, visto que os problemas do laudo de análise são essencialmente microbiológicos.
      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Possivelmente um poço no mesmo local um pouco mais profundo receberia água do mesmo aquífero e, muito provavelmente com os mesmos problemas. A ocorrência de bactérias não é incomum em poços rasos como o seu. A solução para esse problema é a desinfecção com cloro.

      Obrigado por sua participação

    Luiz Filipe Ferreira | 26 de julho de 2016 | Reply

    Bom dia!
    Mandei analisar a água do meu poço, que está sendo clorada através de um dosador. No momento da coleta, o rapaz do laboratório mediu a “quantidade” de cloro através de um aparelho, e obteve-se 2,0 ppm. Mesmo assim, na análise apresentou coliformes. O que pode ter acontecido?
    Desde já, grato pela atenção.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 28 de julho de 2016 | Reply

      Bom dia Luiz Felipe,

      Na presença de cloro em concentração de 2.0 ppm, os coliformes não se desenvolvem. NO seu caso, duas situações podem ter ocorrido. Se a concentração bacteriana no momento da coleta fosse muito elevada, a concentração de cloro medida nesse mesmo momento iria sendo reduzida a ponto de chegar a zero e ainda haveria bactérias presentes. Lembre que a “luta” entre o cloro e as bactérias é como uma “luta entre dois exércitos” : – quem estiver em “maior número” vai vencer. Esse cenário é muito improvável, embora possível e só ocorreria se você tivesse adicionado o cloro pouco antes da coleta das amostras. A outra situação possível é a contaminação do frasco de coleta no momento da amostragem. Lembre que pequeníssimas concentrações de coliformes em um frasco de apenas 100 mL (usado para coleta bacteriológica) poderá representar uma grande concentração de bactérias no resultado da análise. Recomendo repetir a análise e ter a certeza de que a água manteve-se clorada por pelo menos 2 horas antes da coleta. Nessas condições, a população microbiológica deverá ser eliminada.

      Obrigado por sua participação

        Luiz Filipe Ferreira | 1 de setembro de 2016 | Reply

        Obrigado, foi muito esclarecedor.
        Aproveitando a oportunidade:
        Qual limite mínimo em p.p.m de cloro que devo ter em minha água, afim de não me preocupar com coliformes?
        Qual o tipo de cloro ideal para potabilidade? Sendo que no mercado vejo produtos como: dicloro isocianurato, tricloro e hipoclorito de cálcio.

          Rogério Felisoni
          Rogério Felisoni | 1 de setembro de 2016 | Reply

          Boa noite Luiz Felipe,

          Na realidade e do ponto de vista teórico, na presença de qualquer concentração de cloro residual livre as bactérias não se desenvolvem. Na prática, procuramos manter algum residual que seja suficiente para garantir um eventual aumento da população bacteriana em razão de qualquer infestação inesperada. É uma concentração de “segurança”. Recomenda-se a manutenção da concentração de cloro residual livre na faixa de 1.0 a 2.0 mg/L e qualquer apresentação para o cloro ativo pode ser usada (hipoclorito de sódio, hipoclorito de cálcio, dicloro, tricloro, dióxido de cloro). A única preocupação que você deve ter é que boa parte dos produtos de cloro que vc encontra à venda no mercado são destinados a piscinas e, portanto, contêm outros aditivo para esse fim. É o caso do isocianurato. TRata-se de um produto usado para estabilizar o cloro utilizados em piscinas abertas ao sol e que diminui o tempo de degradação do cloro sob ação dos raios UV. Nada disso voc6e pode usar em água para consumo humano. Deve usar apenas produto que contenham apenas cloro, como os que citei acima.

          Obrigado por sua participação

    Maria Aparecida de Oliveira Borges | 4 de agosto de 2016 | Reply

    Bom dia, Dr. Rogério!
    A primeira análise da água do meu poço artesiano deu um resultado negativo para contagem de bactérias heterotróficas:
    > 6,5 x 10³
    Na segunda análise deu 3,6 x 10³, no entanto o laudo ainda indica que: o(s) parâmetro(s) Contagem de bactérias heterotróficas ultrapassam os limites máximos permitidos. Está correto, ou já está dentro dos parâmetros?

    Aguardo sua resposta.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 4 de agosto de 2016 | Reply

      Bom dia Maria Aparecida,

      O número 6,5 x 10(3) é uma forma de se exprimir o valor 6500, assim como 3,6 x 10(3) é uma forma de exprimir 3600. Sendo assim, ambos são superiores a 500 que é o limite que a Portaria 2914 estabelece para contagem de bactérias heterotróficas.

      Obrigado por sua participação

    Roney A. Gomes | 8 de agosto de 2016 | Reply

    Bom dia.

    Como faço para controlar a bac. Pseudomonas no poço tubular que furei, o valor encontrado foi de 18 unidades.

    Roney

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 1 de setembro de 2016 | Reply

      Bom dia Roney,

      Muito improvável que essa concentração de pseudomonas persista em nova análise a partir do estabelecimento do fluxo de água do poço. De toda forma, por tratar-se de água bruta, a qualidade bacteriológica (ausência de bactérias) deve ser garantida com a presença de cloro residual livre na água na concentração entre 1.0 a 2.0 ppm.Para tanto, recomendamos o uso de cloradores. Voc6e pode ler mais sobre esse tema no acessando nosso site http://www.cohesp.com.br e procurando por Protocolo de Deisinfeção Inteligente.

      Obrigado por sua poarticipação

    Edson cavallari | 16 de agosto de 2016 | Reply

    Tenho uma nascente no segundo subsolo do predio na garagem ,a analise deu contaminacao por cloriformes fecais , fazemos o descarte na rua. Pode ter contacto humano , usando para lavar carro ,regar plantas ,lavar calcadas, tenho que ter uma outorga ,tem que pedir autorizacao na cetesb,tenho que pedir uma autorizacao na secretaria do meio ambiete e saude, em caso de uso acima a torneira deve ter cadeado, devo colocar placa de aviso agua contamina por cloroformes fecais, estou colocando em risco a vida caso a seja consumido, outro sim informo que o condominio aprovou em ata o uso acima desta agua .

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 1 de setembro de 2016 | Reply

      Bom dia Edson,

      Nas condições descritas, a água não pode ser utilizada. Caso seja esse o interesse do condomínio, deverão fazer uma análise da mesma e, de acordo com os resultados solicitar junto ao DAEE uma dispensa de outorga para uso. No processo, o órgão irá determinar as exigências adicionais.

      Obrigado por sua participação

    Monique | 16 de agosto de 2016 | Reply

    Bom dia.
    Temos um cliente com um poço e fazemos analises de 6 em 6 meses. Na ultima deu presença de coliformes totais. Qual providencia devemos tomar? O que deve ser monitorado para que não aconteça novamente?
    Desde já agradeço a atenção.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 1 de setembro de 2016 | Reply

      Bom dia Monique,

      Recomendo que acesse nosso site http://www.cohesp.com.br e clique no link “Perguntas Frequentes”. Lá você vai encontrar todas as informações necessárias sobre ocorrência de coliformes em água. Leia também sobre nosso Protocolo de Desinfecção Inteligente.

      Obrigado por sua participação

    LUCIANO JERONIMO | 17 de setembro de 2016 | Reply

    Olá Dr. tudo bem? Gostaria de saber como proceder para fazer o tratamento da água de um poço em minha residência, a analise deu presença de coliforme totais, 790 de contagem de bactérias heterotroficas, presença de enterobacter sp e cloro residual livre 0,0. Agradeço sua atenção.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 21 de setembro de 2016 | Reply

      Boa tarde Luciano,

      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      Aguardo seu retorno e obrigado por contar com nossos serviços

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua particpação

    Acilto Da Soler | 18 de setembro de 2016 | Reply

    Professor, meu poço tubular produz água muito ferruginosa (ferro total com 5, 31 mg/L) e alumínio no limite (0, 227 mg/L). Turbidez de 9, 06 uT e pH de 5,7. A análise feita indicou os demais parâmetros físico-químicos normais. Coliforme totais e coli zerados. Uso esta água apenas pra irrigar plantas mas como nossa região passa por um período de seca grave gostaria de tratar esta água pra uso em limpeza geral, lavar roupa e abastecer piscina e também um tanque caseiro com carpas.
    Fiz um teste com um eliminador químico de metais e houve boa resposta pois ao lavar uma roupa clara esta não ficou manchada. Mas posso adicionar esta água para os peixes? Existe um procedimento mais adequado, como filtragem por exemplo? Gostaria de sua opinião e agradeço por disponibizar este espaço tão necessário e de alto nível técnico.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 19 de outubro de 2016 | Reply

      Boa tarde Acilto,

      Para que eu possa melhor auxiliá-lo, gostaria de saber se você realizou a análise desses metais logo após a perfuração do poço ou se tem um histórico dessas análises por pelo menos 1 ano em que as concentrações dos metais se mantêm. Poços “novos” costumam apresentar metais na água proveniente das tubulações (aço galvanizado), fenômeno que desaparece com o uso e “lavagem” do poço (recarga de água por 3 a 4 meses de uso).

      Obrigado por sua participação

    Ana Campos | 22 de setembro de 2016 | Reply

    Boa tarde Sr. Rogério,

    Trabalho em um laboratório de análise ambiental e gostaría de tirar uma dúvida contigo. Obtive uma certa vez, a informação de que quando minha água analisada apresenta uma concentração de CLR >0,2 mg/L, não há a possíbilidade de ter resultado positivo para bactérias heterotróficas, entrentanto, ao ler suas respostas, verifiquei a seguinte informação:
    ” Para mais informações sobre o assunto, peço que leia o conteúdo dos links abaixo e procure manter sua água devidamente clorada (1.0 a 2.0 ppm de cloro residual livre) para garantir qualidade microbiológica da mesma.”
    Tenho tido algumas ocorrências em que tenho cloro de 0,5 ppm e com presença de Bactérias. Esta condição é possível? Poderia me responder por e-mail? (ap_campos@hotmail.com.br)

      admin | 23 de setembro de 2016 | Reply

      Boa tarde Ana,

      Do ponto de vista estritamente teórico, as bactérias não se proliferam na água quando houver presença do cloro residual livre em qualquer concentração. Contudo, existe uma dinâmica nesse processo de oxidação da matéria orgânica (“morte de bactérias”) versus a proliferação das mesmas que deve ser observado. Do ponto de vista teórico, a oxidação da matéria orgânica pela ação do cloro pode ser entendida como uma “luta entre dois exércitos”: – o que estiver em “maior número” vai vencer a batalha. Claro que isso é apenas uma linguagem figurada para tentar deixar claro que se houver cloro livre não haverá bactérias e, se não houver, elas poderão se desenvolver. Contudo, na prática as coisas mudam um pouco. Quando se faz a medição do cloro residual livre de uma amostra de água, é possível que haja alguma concentração de cloro sendo “consumida” na oxidação de bactérias eventualmente presentes na referida amostra. Após essa “luta”, se todo o cloro presente houver sido insuficiente para a oxidar toda a matéria orgânica, o resultado será uma leitura de alguma concentração de cloro residual livre no momento da coleta da amostra e, também, de algum crescimento bacteriológico no momento da leitura da cultura (48 horas após). Esse é um cenário muito típico quando se obtem leituras de cloro muito baixas (0,1 a 0,2 ppm de cloro, por exemplo). Lembre-se sempre de que análise de água é uma fotografia de um momento mas que medição da concentração de cloro e a contagem de bactérias são necessariamente feitas em momentos bem distantes um do outro. Essa é a razão pela qual se costuma adicionar tiossulfato de sódio na amostra de água destinada a análise microbiológica para inativar o cloro residual livre eventualmente presente na amostra e garantir que a população bacteriana eventualmente presente naquela amostra e naquele momento da coleta comporão o mesma cena para a fotografia final (o laudo da análise). Ao mesmo tempo devemos considerar erros eventuais aos quais chamamos de “artefato de técnica” e que são, basicamente, medições equivocadas da concentração de cloro residual livre (especialmente em baixas concentrações) e contaminação cruzada (dos frascos de coleta, placas de incubação e demais utensílios do laboratório).

      Obrigado por sua participação

    Bruno Taborda | 21 de outubro de 2016 | Reply

    Bom dia Dr.
    Tenho um poço de 3 metros de profundidade em uma área com muita água (lagos, brejos). A água não apresenta cor, sabor e nem odor, porém ao fazer análise específica para E.coli deu positivo. No terreno ao lado o vizinho cria cabras, e teoricamente todas as fossas da vizinhança são sépticas. Se houver contaminação, acha que esses fatores são os responsáveis? existe algo que eu possível de se fazer para evitar essa contaminação? como posso acabar com isso? Muito obrigado!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 26 de outubro de 2016 | Reply

      Boa noite Bruno,

      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    ELIANE MARQUES FERNANDES | 21 de outubro de 2016 | Reply

    Boa noite.
    Tenho um poço e gostaria de abastecer a caixa dagua com ele mas foi encontrado coliformes. Existe alguma forma de tratar essa água sem cloro?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 27 de outubro de 2016 | Reply

      Boa tarde Eliane,

      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Rafael Fernandez | 24 de outubro de 2016 | Reply

    Boa Tarde professor, tenho em casa um poço artesiano mandei fazer um analises da mesma e foi este o resultado:
    Coliformes Termotolerantes 0()45 Ausentes
    Coliformes Totais Ausentes
    Contagem de Bactérias Heterotróficas Ausentes

    Gostaria de saber se esta agua esta potavel para consumo humano o devo acrencentar algum produto quimico? e como saber se a mesma nao tem sal devido a que mora a 1km do mar.
    obrigado
    Rafael Fernandez M
    Atlantida Sul RS

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 27 de outubro de 2016 | Reply

      Boa tarde Rafael,

      Por esses dados, sua água não apresentou, nesta amostra, algum problema bacteriológico mas mesmo assim, a desinfecção com cloro permanentemente é sempre necessária para água de poço destinada ao consumo humano. Para tanto, acesse os links abaixo:

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Com relação à salinidade bem como concentração de outros sólidos dissolvidos na água, apenas com uma análise é possível determinar. Caso tenha interesse, recomendo utilizar nossos serviços de laboratório.

      Obrigado por sua participação.

    manoel nunes da silva | 24 de outubro de 2016 | Reply

    1 =GOSTARIA DE SABER O USO DESTA AGUA PARA O CONSUMO E IRRIGAÇAO ?
    RIO
    COLIFORMES TOTAIS= 3;5X10³
    COLIFORMES TERMOTOLERANTES 1;7X10³

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 26 de outubro de 2016 | Reply

      Boa tarde Manoel

      Sua água tem contaminação bacteriológica que, para consumo humano, deve ser eliminada e monitorada.
      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Camila Gabriele | 9 de novembro de 2016 | Reply

    Tem como um poço de 80 metros de profundidade, longe de rede de esgoto, apresentar coliformes termotolerantes? Qual seria a explicação?

      admin | 4 de dezembro de 2016 | Reply

      Boa tarde Camila,

      Nessa profundidade, 80 metros, o poço certamente é “tubular” ou seja, é feito com uma escavação vertical no solo onde se colocam “tubos” (canos de aço) que separam o meio externo (sedimento, rocha) da parte interna (água). Neste cenário não há como haver coliformes em uma água captada de uma profundidade de 80 ou mais metros. Contudo, esse é o cenário ideal, onde tudo foi feito e está perfeito. Mas podem haver diversos problemas, especialmente no que chamamos de “integridade do poço” que se refere, basicamente, à integridade dos tubos que pode apresentar falha na emendas dos mesmos e/ou na região onde os tubos são cravados na rocha. Havendo quaisquer dessas falhas o poço acaba captando água não apenas na profundidade de 80 metros mas, também, água de superfície onde os coliformes e demais bactérias são prováveis e frequentes.
      Para certificar-se da integridade de seu poço você pode realizar um procedimento que chamamos de “lavagem” do mesmo e que consiste em se remover água do poço e permitir sua recarga durante pelo menos 3 ou 4 semanas contínuas. A cada recarga, colher amostras de água para deteminacões físico-químicas e bacteriológicas. A observação dos resultados dessas análises darão a exata noção sobre a capacidade do poço em estabilizar o perfil físico-químico da água (isso é o desejável e indica poço com estrutura íntegra) ou, havendo variações grosseiras nos resultados das amostras sucessivas, concluirmos sobre falha nessa integridade.

      Obrigado por sua participação

      admin | 5 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde Camila,

      A ocorrência de coliformes termotolerantes a 80 m de profundidade é improvável. Porém, o que ocorre com muita frequência é que, embora os poços com 80 ou mais metros sejam tubulares, isto é, sejam perfurados a partir da superfície e “encamizados” com tubos de aço para separar as águas do aquífero freático das águas do aquífero profundo, pode haver falha nessa tubulação permitindo infiltração das águas superficiais para dentro da tubulação do poço, o que seria identificado pelas análises como coliformes. Outra possibilidade é o erro da análise ou da coleta sendo, portanto, recomendada uma reanálise antes de se preocupar com a estrutura tubular do poço.

      Obrigado por sua participação

    Mauro Gurgacz | 23 de novembro de 2016 | Reply

    Rogério Bom dia estou com uma situação e não tenho conhecimento para entender, assim perfurei em meu sítio um poço e achei água a 360 metros, fiz um teste de vazão e deu uma vazão de 26 mil litros por hora, revesti todo o poço com tubos como manda a lei porém realizei a desinfecção do mesmo junto com o teste de vazão e fiz análise microbiológica da água e os resultados me surpreenderam pois para coliformes termotolerantes deu ausência = ok, mas para coliformes totais deu presença e bactérias heterotróficas deu resultado de 168, queria uma ajuda para entender o que pode ocorrer poir queria fazer um projeto de engarrafar esta água que foi analisada e sua composição é mineral. Aguardo, obrigado.

      admin | 5 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde Mauro,

      É bastabnte comunm a ocorrência de bactérias heterotróficas e mesmo coliformes totais após a manutenção/perfuração de poços (poços novos). Em geral, esses microorganismos não são provenientes da água, mas do manejo/manutenção do poço. Recomendamos que você realize o esgotamento continuado do poço durante 3 a 4 semanas, permitindo sua recarga. A isso chamamos “lavar o poço”. Apóes esse procedimento, faça uma reanálise da água e o problema poderá ter sido resolvido.
      A utilização da água para comércio (envase ou caminhões pipa) exigirá que você realize uma análise de todos os parâmetros da Portaria 2914 (Portaria 2914 Completa). Caso deseje receber uma proposta de nossos laboratórios para esse serviço, solicite através do email comercia@cohesp.com.br

      Obrigado por sua participação

    JOSE VALDEMI DE ALMEIDA | 24 de novembro de 2016 | Reply

    ROGERIO FELISONI FIZ UM POÇO CARTEZIANO EM MINHA CASA O QUAL FIZ ANALISE QUE CONTATOU COLIFORMES TOTAIS 022 O QUE FACO

      admin | 4 de dezembro de 2016 | Reply
      admin | 5 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde José Valdemi,

      Recomendo que acesse o link abaixo e selecione as dúvidas de seu interesse com relação à ocorrência de bactérias em água.

      http://cohesp.com.br/perguntas-frequentes/

      Obrigado por sua participação

    Stephanie Cristina Bonome | 25 de novembro de 2016 | Reply

    Boa tarde!

    Fiz coleta em duas bocas de lobo e em um córrego que passa ao lado de casa, mas estou tendo problemas para entender os resultados referentes à ortofosfato e coliformes termotolerantes. Minha pergunta é:

    Pode uma água contaminada por E. coli apresentar índice 0,0 de ortofosfato?

    Tanto a amostra do córrego quanto de um das bocas de lobo deram altos índices de E.coli e de ortofosfato, mas a da outra boca de lobo só apresentou E. coli… aí fiquei perdida…

    Me ajuda?

      admin | 4 de dezembro de 2016 | Reply

      Boa tarde Stephanie,

      Não existe nenhuma relação entre ortofosfato e coliformes. Ortofosfato é um produto químico utilizado em tratamento de água com a finalidade de proteger as tubulações contra oxidação. Coliformes são bactérias que não sofrem ação do ortofosfato e são oxidadas com cloro. Portanto, a ocorrências de ambos é perfeitamente possível. Com grande frequencia você encontrará coliformes totais e termotolerantes nas amostras de água colhidas em bocas de lobo mas, não necessariamente, ortofosfatos.

      Obrigado por sua participação

    Emerson Souza de Melo | 29 de novembro de 2016 | Reply

    Boa tarde Rogério Felisoni.

    Tenho um poço artesiano onde realizei um primeira análise e o ensaio microbiológico apresentou CRESCIMENTO CONFLUENTE para Coliformes Totais e Termotolerantes/E. coli. Interditei o poço para fins de consumo humano, realizei a cloração com hipoclorito de sódio 12%. Realizei outra análise onde os Termotolerante não apresentou crescimento e os Totais apresentou crescimento. É correto eu descartar contaminação por esgoto ou não?
    Que procedimento é indicado para que eu elimine a presença dos Coliformes Totais?

    Atenciosamente,

    Emerson S.

      admin | 4 de dezembro de 2016 | Reply

      Boa tarde Emerson,

      Seguem abaixo os links cujos conteúdos respondem às suas questões sobre a ocorrência de bactérias em água bem como a maneira sobre como resolvê-la que chamamos de Protocolo de Desinfecção Inteligente.

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/
      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/
      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/
      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Lucas Werneck | 27 de dezembro de 2016 | Reply

    Olá Rogério, tudo bem?
    Adquiri um Kit de teste de potabilidade na Alfakit e li extensivamente esse e outros posts, inclusive os comentários.
    Tenho um sítio na região serrana do Rio há mais de 32 anos. Lá temos uma nascente no morro dentro de uma grutinha.
    Usamos essa água esse tempo todo e meus pais haviam feito o teste faz uns 7 anos.
    Com esse kit resolvi testar a potabilidade da água e qual foi minha surpresa por achar E. Coli e Coliformes Totais. Na dúvida de ser o método (colipaper sendo contaminado pelo copo), fiz novamente com copo fervido e mesma coisa. Pra tirar a prova dos nove fui até a gruta e coletei a água in loco e a mesma coisa (porém deu somente Coliformes e não E. Coli).
    Agora, o mistério é uma água de nascente, em um morro sem moradores acima estar contaminada com Coliformes, não?
    Isso é comum em nascentes?
    Penso em instalar uma bomba dosadora de cloro, porém aqui no local às vezes falta luz, como manter a dosagem nas faltas de luz? Imagino que teria que ter um sensor na caixa dágua pra saber quanto que tem e precisa, correto? Existe esse equipamento?
    Muito obrigado,

      admin | 5 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde Lucas,

      A ocorrência de coliformes em águas superficiais é bastante comum. Embora você não consiga perceber onde essa contaminação possa estar sendo originada, o aquífero que abastece sua nascente tem extensão bastante superior à capacidade de visão. Além disso, a “geometria” da superfície do solo onde a água aflora engana nossa imaginação em relação ao caminho e orientação reais do fluxo da água subterrâneo.
      De toda forma, águas superficiais destinadas ao consumo humano devem ser sistematicamente cloradas para a eliminação de bactérias (não apenas do grupo coliforme, mas inúmeras outras que você sequer analisou) e prevenção da proliferação das mesmas. Recomendamos que você se utilize de dosadoras com pastilhas de cloro. São dispositivos rústicos, sem manutenção e dispensam a energia elétrica.

      Para mais informações sobre Desinfeçcão de Água, acesse nosso site e procure pelo tema de seu interesse na seção Perguntas Frequentes.

      Obrigado por sua participação

    Mariana | 2 de janeiro de 2017 | Reply

    Rogerio, bom dia. Desvios somente no teor de cloro residual e turbidez demandam a interdição do ponto? ou somente contaminação bacteriana obriga à interdição?
    Muito obrigada,

      admin | 3 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde Mariana,

      Para que seja própria ao consumo humano, a água deve atender aos padrões de Potabilidade descritos na Portaria 2914 do Ministério da Saúde. Contudo, os parâmetros lá descritos não devem ser considerados individualmente, apenas à luz dos seus valores máximos aceitáveis. A ausência de cloro residual livre, por exemplo, numa água em que se espera que houvesse cloro, deve trazer a preocupação sobre a possibilidade de haver contaminação bacteriana. O mesmo ocorre com a turbidez que, de uma maneira geral, pode representar a presença de bactérias lembrando que a turbidez é também uma avaliação da concentração bacteriana na água em razão de que as mesmas se distribuem em suspensão na água (aumentando a turbidez). Sendo assim, as duas ocorrências ao mesmo tempo (ausência de cloro e elevada turbidez) devem necessariamente ser confrontadas com o exame bacteriológico da amostra (colimetria e contagem bacteriana heterotrófica).

      Obrigado por sua participação

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