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O resultado de minha análise apresentou contagem bacteriana elevada. O que eu faço?

Os resultados de análises de água para consumo humano, em geral, apresentam ensaios físico-químicos e ensaios bacteriológicos. Os ensaios bacteriológicos mais comuns são as pesquisas de bactérias heterotróficas e as pesquisas de coliformes (totais e termotolerantes). Se a análise de bactérias heterotróficas de sua amostra apresentou um resultado fora do estabelecido pela Portaria 2914, Ministério da Saúde, é importante você saber o seguinte:

As bactérias heterotróficas causam doenças?

Não, as bactérias heterotróficas pesquisadas em água para consumo humano não têm ação patogênica. É comum serem chamadas de “bactérias ambientais“ e os laudos de análises apresentam seus resultados como “contagem total de bactérias“ ou “contagem padrão de bactérias” . Mesmo não tendo ação patogênica, a Portaria 2914 estabelece um limite de 500 UFC/mL (unidades formadoras de colônias por mililitro) para bactérias heterotróficas na amostra analisada.

O ponto de onde a amostra foi colhida deve ser interditado?

Do ponto de vista da norma que estabelece os padrões de potabilidade de água para consumo humano (Portaria 2914, MS), nenhuma água deve ser consumida sem que atenda a esses referidos padrões. Na eventual ocorrência de valores aumentados para a contagem de bactérias heterotróficas, a providência importante é saber se a contaminação veio da água, do ponto de amostragem (bebedouro, torneira) ou do próprio procedimento de coleta da amostra.

Qual a importância dos resultados referentes à contagem de bactérias heterotróficas?

Embora não sejam agentes patogênicos, o crescimento dessas bactérias na água destinada ao consumo humano deve ser interpretado à luz do tipo de água que se analisou. Se for água tratada, isto é, proveniente da rede pública de abastecimento ou de poços que receberam cloração, ela deveria estar clorada. Se as bactérias heterotróficas cresceram, esse fato é indicativo de que a cloração está deficiente e, portanto, permitiu o crescimento das bactérias. As bactérias heterotróficas crescem na ausência do cloro. Se, por outro lado, a água analisada era uma “água bruta”, isto é, uma água sem nenhum tratamento de desinfecção (cloração), é aceitável algum crescimento dessas bactérias. Por isso a Portaria 2914 estabelece um limite de 500 UFC/mL.

O que fazer quando o resultado for superior a 500 UFC/mL?

Qualquer que seja o resultado da contagem de bactérias heterotróficas, recomendamos atenção ao processo de desinfecção (cloração). Se a água analisada é tratada e, portanto, deveria ter cloro e não tem, deve-se verificar a razão dessa demanda de cloro investigando o ponto de consumo e/ou o reservatório se for o caso. Se for água bruta (poço, minas, nascentes, caminhão pipa), independentemente do resultado ser acima de 500 UFC/mL, deve-se instalar uma bomba dosadora de cloro para cloração sistemática de toda a água bruta. Uma vez adotada a providência adequada, deve-se repetir a análise bacteriológica para confirmar os resultados.

Rogério Felisoni

Rogério Felisoni

Rogério Felisoni, engenheiro químico com especialização em engenharia sanitária, diretor técnico da COHESP – Controle Hídrico de São Paulo e membro da American Chemical Society, autor de inúmeras publicações sobre qualidade e tratamento de água, atuando como consultor e relator em dezenas de milhares de laudos de análises e pareceres técnicos em todo o Brasil. Ministra cursos e palestras na área de tratamento e monitoramento de qualidade de água para todos os segmentos da economia, em especial toda a rede hospitalar pública e privada.
Rogério Felisoni

    amanda | 20 de outubro de 2015 | Reply

    Ola Rogério estou em processo de outorga, e na analise apresentou bactérias heterotróficas, ja foi feito a desinfecção mas mesmo assim ela ainda apresenta tal bactéria.
    nesse processo o órgão pode não liberar a outorga? mesmo eu justificando que ira ter dosador de cloro?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 20 de outubro de 2015 | Reply

      Boa tarde Amanda,

      A ocorrência de bactérias heterotróficas dentro do limite tolerável pela Portaria 2914 (500 UFC/mL) é aceitável em águas brutas e não deverá trazer restrição por parte do DAEE para concessão de outorga. Contudo, certifique-se de que o referido limite não está ultrapassado.

      Obrigado por sua participação

      LEONARDO SILVA | 29 de março de 2016 | Reply

      Rogério, bom dia

      Estava lendo aqui a conversa sobre bactérias heterotróficas e acabei interessado.
      Sou responsável pelo setor de Infraestrutura de um Hospital e com isso responsável pela água.
      Tenho uma termodesinfectora com uma osmose reversa para alimentar a lavagem dos produtos e próteses do hospital, porem tem 3 semanas que lavo faço a limpeza completa da osmose troca de membranas filtros até a tubulação da osmose troquei, mesmo assim continua vindo o resultado com Bactérias Heterotróficas na analise. Pesquisando alguns produtos para limpeza achei o IPEL BP-600 mesmo assim continua vindo as bactérias. Poderia dar algum norte para tentar resolver esse problema.

        Rogério Felisoni
        Rogério Felisoni | 21 de junho de 2016 | Reply

        Boa dia Leonardo,

        A persistência na ocorrência de bactérias nas linhas de água isentas de cloro está, em geral, associada à formação de biofilmes que podem se dar nas tubulações, nos reservatórios, nas membranas ou em tudo isso junto. Os biofilmes servem como “trincheiras” para as bactérias se protegerem de agentes oxidantes o que explica o fato de você realizar repetidas desinfecções com diferentes produtos e ainda assim continuar observando o crescimento bacteriano em suas amostras. Obviamente, certifique-se de que o problema não se deve a alguma artefato de técnica e/ou problemas com as co,etas das amostras. Descartadas essas possibilidades, seu foco deve ser eliminar os biofilmes em toda a sua linha d distribuição pois, muito provavelmente, o problema esteja aí. Essa é uma tarefa relativamente simples do ponto de vista da desinfecção em si, mas criteriosa do ponto de vista da “logística”. Ocorre que você deve garantir que absolutamente TODA a linha (repito, TODA) seja realmente atingida pelo seu agente desinfetante. Loopings, reservatórios, encanamentos, equipamentos, membranas, enfim, todos os componentes da linha devem sofrer a desinfecção num mesmo momento, ou seja, num mesmo procedimento. Lembre-se de que as bactérias estão nesse planeta há bilhões de anos e dispõem de mecanismos sofisticados para se protegerem de nosso combate. Boa sorte.

        Obrigado por sua participação

    Wallace da costa ribeiro meira | 22 de outubro de 2015 | Reply

    Boa Noite,
    A água em que fiz analise de bactérias heterotróficas 300 UFC/ml. e os outros deu tudo zerado. Essa água pode ser consumida ??

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 23 de outubro de 2015 | Reply

      Bom dia Wallace,

      A Portaria 2914 estabelece como limite máximo para bactérias heterotróficas a concentração de até 500 UFC/mL. Contudo, esse valor não deve ser interpretado simplesmente como um limite máximo, abaixo do qual não existem problemas. As concentrações bacterianas servem mais para determinar o grau de infestação eventual bem como a eficiência do processo de desinfecção, caso haja. A análise bacteriológica em água de consumo é uma análise estatística, o que significa que a amostra que contenha 500 UFC/mL pode também representar um corpo d’água com contagem maior que essa. De toda forma, ela representa um deficiência do processo de desinfecção pois, na presença de cloro livre, esse crescimento não ocorreria (que é o desejável). Para mais informações sobre o assunto, peço que leia o conteúdo dos links abaixo e procure manter sua água devidamente clorada (1.0 a 2.0 ppm de cloro residual livre) para garantir qualidade microbiológica da mesma.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Eunice Terra Negrão Moraes | 6 de novembro de 2015 | Reply

    mandei analisar a minha agua do poço, e deu bactéria heterotróficas UFC/1.000 essa agua pode ser usada para produzir ? e não pra beber é isso ?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de novembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Eunice,

      Para mais informações sobre a ocorrência de bactérias heterotróficas em água, peço que leia o conteúdo dos links abaixo:

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      Para maiores esclarecimentos, não hesite em contatar-nos. Obrigado por sua participação.

    Evene spessemili drago | 21 de novembro de 2015 | Reply

    Ola, fiz a analise de um poço que perfuramos, e deu uma concentraçao de 5.700ufc/ml, nao iremos usar essa agua para consumo, somente para uso de banho lavagem de vasilhas e roupas, uso de casa mesmo, oq devemos fazer para usar, ou podemos usar para esses fins normalmente?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 23 de novembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Evene,

      Mesmo para banho, a água deve atender aos padrões de potabilidade estabelecidos na Portaria 2914, Ministério da Saúde. Sendo assim, só se deve armazenar água proveniente de poços, desde que devidamente clorada. Para conhecer mais sobre como realizar esses procedimentos, acesse os links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    douglas | 1 de dezembro de 2015 | Reply

    recebi um resultado da analise da agua que foi feita em um poço artesiano meu , na conclusão foi dito que a agua nao atende ao limite estabelecido para o ensaio bacterias heterotroficas isto significa que a agua nao pode ser consumida?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Douglas,

      Para ter todas as informações sobre como resolver os problemas bacteriológicos de sua água, peço que acesse os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Para receber uma proposta comercial para implantar o protocolo de Desinfecção Inteligente da Cohesp, envie para comercial@cohesp.com.br o volume médio mensal de água do poço a ser tratada bem como o volume aproximado do reservatório que armazenará a água tratada (clorada).

      Obrigado por sua participação

    Lílian Borges | 2 de dezembro de 2015 | Reply

    Olá fizemos análise de um poço e deu presença de coliformes totais, coliformes termotolerantes e E.Coli..
    É possível fazer desinfecção dessa água?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Lilian Borges,

      Sim é possível e recomendável.
      Para ter todas as informações sobre como resolver os problemas bacteriológicos de sua água, peço que acesse os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Para receber uma proposta comercial para implantar o protocolo de Desinfecção Inteligente da Cohesp, envie para comercial@cohesp.com.br o volume médio mensal de água do poço a ser tratada bem como o volume aproximado do reservatório que armazenará a água tratada (clorada).

      Obrigado por sua participação

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 11 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Lilian Borges,

      Sim é possível e recomendável.
      Para ter todas as informações sobre como resolver os problemas bacteriológicos de sua água, peço que acesse os conteúdos dos links abaixo :

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Para receber uma proposta comercial para implantar o protocolo de Desinfecção Inteligente da Cohesp, envie para comercial@cohesp.com.br o volume médio mensal de água do poço a ser tratada bem como o volume aproximado do reservatório que armazenará a água tratada (clorada).

      Obrigado por sua participação

    marcelo andrade | 9 de dezembro de 2015 | Reply

    Olá, mais uma duvida.
    Estou em processo de outorga e acusou cloriformes totais presente
    escherichia coli ausente
    bacterias heterotrficas 01
    O que me recomenda, posso colocar um dosador de cloro e fazer nova analise em água tratada ou a portaria 2914
    só permite fazer em água bruta.
    Obrigado.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 10 de dezembro de 2015 | Reply

      Boa tarde Marcelo Andrade,

      Não é razoável que se encontrem coliformes (totais ou termotolerantes) na água do seu poço a 220 metros de profundidade. O que pode estar ocorrendo é uma contaminação da tubulação (em razão do poço ser novo) ou mesmo da amostra, no momento da coleta. Recomendo “lavar” o poço por alguns dias (aproximadamente 1 semana é suficiente) e coletar nova amostra. “Lavar” o poço é o termo que se utiliza quando se permite que o poço se esgote e recarregue algumas vezes. Se o problema não for resolvido dessa forma é possível que você tenha alguma falha no encamisamento do poço com captação de águas de superfície.

      Obrigado por sua participação

    Bruno jose da silva braga | 25 de dezembro de 2015 | Reply

    Boa tarde minha analise deu coliformes a 35 e coliformes a45 presenca em 100 ml so o uso de cloro tornaria ela propria para o comsumo? E essa contamunasao pode ser por materia em deconposisao ou e somente por esgoto .

    Ana Carolina Pires | 13 de janeiro de 2016 | Reply

    Rogério, bom dia!
    Na análise realizada no hospital que trabalho houve crescimento de Bactérias heterotróficas acima de 500 UFC nos seguintes pontos: água do chuveiro de 1 quarto para pacientes em isolamento, 2 torneiras para lavagem das mãos e 1 torneira para hemodiálise.
    Na análise da água de entrada da caixa d’ água o cloro está dentro da normalidade.
    Minha pergunta é: devo trocar todas as torneira e o chuveiro? Essas bactérias podem estar fazendo biofilme nestes locais?
    Não sabemos ao certo qual ação devemos tomar, visto ser um hospital e necessitarmos de medidas rápidas para resolução.
    Aguardo sua análise.

    Desde já, obrigada!

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 13 de janeiro de 2016 | Reply

      Boa tarde Ana Carolina,

      Para informações mais gerais sobre a ocorrência de bactérias heterotróficas em água, peço que leia os conteúdos dos links abaixo.

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      Aproveito para acrescentar que as amostras de água coletadas num mesmo momento de pontos diferentes e pertencentes a uma mesma instalação hidráulica representam a “fotografia de uma momento”, isto é, a água do reservatório não tem necessariamente as mesmas características da água dos pontos de consumo, especialemente em se tratando de bebedouros ou demais pontos em que haja algum tipo de interação frequente dos usuários. A hipótese dos biofilmes é considerável. De toda forma, recomendo que verifique a concentração de cloro do reservatório diariamente (isso mesmo, todos os dias !) e anote seus valores numa planilha ou utilize nosso sistema de monitoramento remoto Aguatotal (gratuito). Dessa forma, nossa equipe técnica poderá monitorar remotamente, 24 horas por dia, on line, a concentração de cloro em suas instalações, evitando que ela chegue a valores nulos nos pontos de consumo.

      Obrigado por sua participação

    maria | 3 de junho de 2016 | Reply

    Boa tarde Rogerio!

    Minha analise de água apresentou bactérias heterotróficas muito acima do permitido. nesse caso a amostragem foi de água bruta de captação gostaria de saber se é necessário alguma intervenção ou esse parâmetro deve ser analisado apenas em água tratada?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 8 de junho de 2016 | Reply

      Abaixo estão os links cujos conteúdos poderão esclarecer todas as suas dúvidas sobre como resolver o problema de ocorrência de microorganismos em água (bactérias heterotróficas e/ou coliformes). Caso deseje uma proposta comercial para implantação de nosso protocolo de Desinfecção Inteligente, favor solicitar informando o volume médio aproximado mensal de água a ser tratada e o volume do reservatório (ou reservatórios) que receberão água tratada.

      Aguardo seu retorno e obrigado por contar com nossos serviços

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-contagem-bacteriana-elevada-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-recomendou-desinfeccao-cloro-eu-faco/

      http://cohesp.com.br/operacoes-especiais/desinfeccao-inteligente/

      http://cohesp.com.br/resultado-de-minha-analise-apresentou-coliformes-totais-eu-faco/

      Obrigado por sua participação

    Cond. Edificio Locarno | 20 de junho de 2016 | Reply

    Boa tarde Sr. Rogério

    análise potabilidade da água fornecida pela Sabesp deu excesso de ferro,
    como podemos resolver?

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 20 de junho de 2016 | Reply

      Boa tarde,

      Muito provavelmente a origem desse ferro determinado na água são os encanamentos do condomínio. Recomendamos repetir a análise em uma amostra colhida diretamente do hidrômetro (cavalete) e outra em algum dos andares mais baixos (proveniente dos reservatórios superiores). Dessa forma poderemos mapear a concentração de ferro da água que abastece o condomínio e propor a melhor correção, se for o caso.

      Obrigado por contar com nossos serviços

    Ana Luisa | 1 de setembro de 2016 | Reply

    Boa tarde, sou aluna do 10º de Engenharia Química e meu TCC é sobre o IQA de um rio próximo à minha cidade. Fiz os testes microbiológicos, coletei água da saída e entrada da cidade (a da saída é bem mais poluída devido ao esgoto que é descartado) utilizei o método dos tubos múltiplos, porém não houve formação de gás nos caldos
    lactosados positivos anteriormente. Ou seja não houve como comprovar a presença de coliformes termotolerantes tanto na água da saída como na água da entrada da cidade. Somente deram positivos os tubos de coliformes totais. Como posso explicar ou entender melhor isso dentro da classificação do Indice de Qualidade de Água já que um dos parâmetros para se avaliar é a presença de Coliformes Termotolerantes? Desde já agradeço a orientação.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 1 de setembro de 2016 | Reply

      Boa noite Ana Luiza,

      É possível que tenha havido algum erro na coleta ou preservação da amostra ou, ainda, na preparação do meio de cultura. Como você é da área, sabe que chamamos isso de “artefato de técnica”. Não é incomum que em águas muito poluídas e com elevada concentração de coliformes e outros microorganismos concorrentes, acabemos encontrando ausência de gás na técnica dos tubos múltiplos. Lembro que os coliformes são os organismos que detêm o menor tempo de sobrevida em água, quando comparados à maioria dos outros (também comuns em água) e essa é a razão pela qual o grupo dos coliformes foi escolhido como indicador de sanidade microbiológica em destinada ao consumo humano. Isto é, se eles estão ativos, possivelmente outros grupos também estejam. Contudo, em altas concentrações de outros organismos poresentes, o crescimento competitivo pode eliminar os coliformes antes que a análise se processe. Sugiro utilizar a técnica de membranas filtrantes com amostras diluidas.

      Obrigado por sua participação

    Fernando | 13 de outubro de 2016 | Reply

    Olá tudo bem ? Gostaria que você explicasse melhor o procedimento de como calcular o UFC/mL de uma lagoa, por exemplo.

      Rogério Felisoni
      Rogério Felisoni | 19 de outubro de 2016 | Reply

      Boa tarde Fernando,

      UFC é a sigla de Unidades Formadoras de Colônias e se utiliza para expressar resultados de análises bacteriológicas em que se inocula um determinado volume da amostra a ser analisada (em geral 1 mL) em uma placa de Petri padronizada com meio de cultura específico. Após a incubação, contam-se as colônias que se desenvolveram e esse número é o UFC/mL. O processo analítico em uma lagoa será o mesmo. A questão são as dimensões da lagoa que obrigarão você a estabelecer algum protocolo para colher amostras em diversos locais da mesma.

      Obrigado por sua participação

    Mariana | 2 de janeiro de 2017 | Reply

    Rogerio, bom dia.
    Se durante minhas medições de monitoramento diário, encontro valores de cloro residual abaixo de 0.2, porém, sem indicativo de contaminação bacteriológica, é necessário interditar o ponto de consume?
    Muito obrigada!

      admin | 3 de janeiro de 2017 | Reply

      Boa tarde Mariana,

      Para que seja própria ao consumo humano, a água deve atender aos padrões de Potabilidade descritos na Portaria 2914 do Ministério da Saúde. Contudo, os parâmetros lá descritos não devem ser considerados individualmente, apenas à luz dos seus valores máximos aceitáveis. A ausência de cloro residual livre, por exemplo, numa água em que se espera que houvesse cloro, deve trazer a preocupação sobre a possibilidade de haver contaminação bacteriana. O mesmo ocorre com a turbidez que, de uma maneira geral, pode representar a presença de bactérias lembrando que a turbidez é também uma avaliação da concentração bacteriana na água em razão de que as mesmas se distribuem em suspensão na água (aumentando a turbidez). Sendo assim, as duas ocorrências ao mesmo tempo (ausência de cloro e elevada turbidez) devem necessariamente ser confrontadas com o exame bacteriológico da amostra (colimetria e contagem bacteriana heterotrófica).

      Obrigado por sua participação

    Valéria de Jesus Leite | 9 de janeiro de 2017 | Reply

    Olá, abrimos um poço aqui em casa (zona rural) e a análise da água deu 13,4 de coliformes totais, escherichia coli <1 e PH 7,56. De acordo com as respostas que o senhor deu pra outras mensagens vamos precisar adicionar cloro no nosso reservatório. Preciso saber quanto de cloro devo colocar em uma caixa de 5000 litros?

      admin | 20 de janeiro de 2017 | Reply

      Bom dia Valéria,

      Não recomendamos a adição de cloro diretamente na água da caixa pois, assim que essa água for sendo utilizada e mais água entrar na caixa, mais contaminação será introduzida no reservatório e o problema se mantém. O correto é instalar uma dosadora de cloro que fará a desinfecção permanente de toda água que for direcionada para o reservatório. Caso tenha interesse, encaminhe a nosso setor comercial sua solicitação para receber uma proposta (comercial@cohesp.com.br). Enquanto isso, acesse nosso site na seção de Perguntas Frequentes e leia mais sobre Desinfecção Inteligente.

      Obrigado por sua participação

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